Programa “Jovens Protetores da Mata”

 

 

“JOVENS PROTETORES DA MATA”

 PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO

EM PROL DA CONSERVAÇÃO VOLUNTÁRIA PAULISTA

 

 

 

 

 

 

DO QUE SE TRATA O PROGRAMA “JOVENS PROTETORES DA MATA”?

É um produto resultado do I Encontro “O Jovem e a Conservação Voluntária” que nasce da ideia de sensibilizar jovens em prol da causa conservação da natureza e movimento das RPPNs Paulistas. Bem como despertar o olhar em relação às oportunidades de negócio junto ao espírito empreendedor do jovem – e desenvolvimento sustentável a partir da conservação da biodiversidade. Saiba mais, aqui.

 

POR QUE “JOVENS PROTETORES DA MATA”?

“Jovens Protetores da Mata” remete ao projeto “Protetores da Mata”. Uma iniciativa da FREPESP que foi desenvolvida para promover e fortalecer a conservação da biodiversidade nas RPPNs paulistas. Saiba mais, aqui.

 

Com esse mesmo espírito em relação à conservação da biodiversidade na conservação voluntária, o Programa “Jovens Protetores da Mata” objetiva engajar jovens em prol da conservação da natureza – tanto no intuito “conhecer para cuidar”, quanto nas possibilidades de empreender gerando benefícios social, cultural, econômico e ambiental.

 

PRÓXIMOS PASSOS

Agora, o objetivo é multiplicar ações em parceria que promovam a sensibilização e mobilização de jovens herdeiros de RPPNs e demais jovens interessados na causa em prol da conservação da biodiversidade.

 

Conheça o Programa “Jovens Protetores da Mata”, aqui.

 

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O JOVEM E A CONSERVAÇÃO VOLUNTÁRIA. Esta é uma reflexão que desponta e vem ganhando adeptos na discussão – tanto em nível estadual como nacional do Movimento da Conservação Voluntária em Terras Privadas, já que há um crescimento no número de RPPNs – ao mesmo tempo que se pode observar, nas Reservas mais antigas principalmente, a questão da sucessão e continuidade frente ao seu caráter perpétuo.

 

Perpetuar a gestão da RPPN é um fato a ser encarado por seus instituidores (e família/familiares). Há aquelas que não possuem herdeiros ou, também, interessados em perpetuar a gestão da RPPN.

 

É neste sentido que o consultor ambiental e Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, Flávio Ojidos, pontua e avalia a situação em seu trabalho “CONSERVAÇÃO EM CICLO CONTÍNUO: Modelo de gestão para financiamento de Reserva Particular do Patrimônio Natural, IPÊ, 2017, como no trecho abaixo:

 

No âmbito das associações estaduais e mesmo em nível nacional, não temos percebido uma renovação dos quadros, com o ingresso dos jovens, herdeiros de RPPNistas, interessados em atuar, conhecer melhor o movimento e assumir as rédeas do compromisso firmado pelos seus pais.

Essa realidade é preocupante, já que um dos pontos mais fortes da RPPN é justamente o fato de que sua criação nasce do desejo do seu instituidor. Quando esse falece, se não houver a mesma motivação de “cuidado” no herdeiro, corremos o risco de presenciarmos RPPNs de papel dentro de alguns anos.” 

 

Desta forma, mais que herdeiros interessados na conservação da natureza, o movimento busca incentivos, parcerias/cooperação e inovação para desenvolver e concretizar a melhor gestão das Reservas Ecológicas Particulares. Entendendo que casos de sucesso, trocas de conhecimento e experiência são ótimos para a conservação da biodiversidade, além de fomentar a criação de novas RPPNs.

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Comunicação FREPESP

Ana Celina Tiburcio

Comunicação e Conteúdo Ambiental