Programa “Jovens Protetores da Mata”

 

 

“JOVENS PROTETORES DA MATA”

 PROGRAMA DE SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO

EM PROL DA CONSERVAÇÃO VOLUNTÁRIA PAULISTA

 

 

 

 

 

 

DO QUE SE TRATA O PROGRAMA “JOVENS PROTETORES DA MATA”?

É um produto resultado do I Encontro “O Jovem e a Conservação Voluntária” que nasce da ideia de sensibilizar jovens em prol da causa conservação da natureza e movimento das RPPNs Paulistas.

 

Bem como despertar o olhar em relação às oportunidades de negócio junto ao espírito empreendedor do jovem – e desenvolvimento sustentável a partir da conservação da biodiversidade.

 

O I Encontro “O Jovem e a Conservação Voluntária” aconteceu no Sesc Bertiogano dia 10 de novembro de 2017. Foi marcado por vivência na natureza, integração e troca de conhecimento e ideias sobre Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, Biodiversidade e o Movimento da Conservação Voluntária. Teve realização e organização da parceria entre FREPESPFundação FlorestalEcofuturoWWF-BrasilSESC SP e Sesc Bertioga. Saiba mais, aqui.

 

POR QUE “JOVENS PROTETORES DA MATA”?

Jovens protetores da mata remete ao projeto “Protetores da Mata”. Uma iniciativa da FREPESP, o “Protetores da Mata” foi desenvolvido para promover e fortalecer a conservação da biodiversidade nas RPPNs paulistas. Saiba mais, aqui.

 

Desta forma, com esse mesmo espírito em relação à conservação da biodiversidade junto, também, com a conservação voluntária, o Programa “Jovens Protetores da Mata” objetiva engajar jovens em prol da conservação da natureza – tanto no intuito “conhecer para cuidar”, quanto nas possibilidades de empreender gerando benefícios social, cultural, econômico e ambiental.

 

PRÓXIMOS PASSOS

Agora, o objetivo é multiplicar ações em parceria que promovam a sensibilização e mobilização de jovens herdeiros de RPPNs e demais jovens interessados na causa em prol da conservação da biodiversidade.

 

Conheça o Programa “Jovens Protetores da Mata”, aqui.

 

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O JOVEM E A CONSERVAÇÃO VOLUNTÁRIA. Esta é uma reflexão que desponta e vem ganhando adeptos na discussão – tanto em nível estadual como nacional do Movimento da Conservação Voluntária em Terras Privadas, já que há um crescimento no número de RPPNs – ao mesmo tempo que se pode observar, nas Reservas mais antigas principalmente, a questão da sucessão e continuidade frente ao seu caráter perpétuo.

 

Perpetuar a gestão da RPPN é um fato a ser encarado por seus instituidores (e família/familiares). Há aquelas que não possuem herdeiros ou, também, interessados em perpetuar a gestão da RPPN.

 

É neste sentido que o consultor ambiental e Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, Flávio Ojidos, pontua e avalia a situação em seu trabalho “CONSERVAÇÃO EM CICLO CONTÍNUO: Modelo de gestão para financiamento de Reserva Particular do Patrimônio Natural, IPÊ, 2017, como no trecho abaixo:

 

No âmbito das associações estaduais e mesmo em nível nacional, não temos percebido uma renovação dos quadros, com o ingresso dos jovens, herdeiros de RPPNistas, interessados em atuar, conhecer melhor o movimento e assumir as rédeas do compromisso firmado pelos seus pais.

Essa realidade é preocupante, já que um dos pontos mais fortes da RPPN é justamente o fato de que sua criação nasce do desejo do seu instituidor. Quando esse falece, se não houver a mesma motivação de “cuidado” no herdeiro, corremos o risco de presenciarmos RPPNs de papel dentro de alguns anos.” 

 

Desta forma, mais que herdeiros interessados na conservação da natureza, o movimento busca incentivos, parcerias/cooperação e inovação para desenvolver e concretizar a melhor gestão das Reservas Ecológicas Particulares. Entendendo que casos de sucesso, trocas de conhecimento e experiência são ótimos para a conservação da biodiversidade, além de fomentar a criação de novas RPPNs.

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Comunicação FREPESP